Redaçao reescrita com opniao do professor. Minha nota foi 9,0.
Correçao: Ricardo Sena
Texto de Joao Pedro e Morgana Batista
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Umbigo de fora
Se um dia, segundo Karl Marx, a religião foi o ópio do povo, hoje, o ópio do povo é ir às compras. Bastam observar
os shoppings lotados, os supermercados abarrotados (novos templos do consumo?), as ruas de lojas populares
intransitáveis de tão duras de gente. E viva o capitalismo, que venceu a dura batalha contra o socialismo (esqueçam
Fidel!) e se impôs grandiosamente às massas e à elite (o neoliberalismo está aí e não nos deixa mentir). E viva
também a publicidade, que alcançou status de manipular e vender, além de objetos móveis e imóveis, o sonho da
beleza, da casa mais limpa, do vigor físico e da felicidade em pílulas.
Pode-se dizer que não, não somos seres tão manipuláveis assim, que possam ser conduzidos como rebanho silencioso. De
acordo com a socióloga Maria Cristina Leite Peixoto, a propaganda não dita modas, serve apenas para referência ao
consumidor que sabe discernir o que é importante ou não para si. Mas como explicar gordinhas com o umbigo de fora?
Ou uma multidão de pessoas que bebe Coca-cola ou usa calça jeans (outrora símbolo da contracultura)? Ou o sucesso de
marcas que alcançam um público classe A (uísque, caviar e Daslu)? A padronização publicitária não diz respeito não
diz respeito apenas ao consumo de alguns objetos mas também alcança os comportamentos, com um gritante busca para se
conquistar um naco da beleza “bündcheniana” ou, o sonho dos sonhos, uma casa num condomínio fechado.
Deve-se lembrar que a padronização de comportamentos não se dá apenas no terreno insondável dos bens consumíveis,
mas também no aspecto de concientização dos indivíduos. Campanhas governamentais, há muito, vêm alcançado resultados
satisfatórios quanto à concientização e proibição de elementos desfavoráveis à vida: adeus gordura trans, use
camisinha e evite aids, se beber não dirija, não fume em ambientes fechados !
Se as campanhas publicitárias, governamentais ou não, não surtissem efeito, não existiriam de forma tão massacrante
em nosso cotidiano. Até um conceito como de indústria cultural, cunhado por Theodor Adorno, existe, porque há gente
facilmente manipulável e que sente uma incrível sensação de incompletude se não assistir ao último filme do
Homem-Aranha. E como são vendidas fantasias desse super-herói!
Mas engana-se quem pensa que a propaganda é de todo má. Seria muito simplista reduzi-la ao papel de lobo comedor de
ingênuos cordeiros. Com campanhas publicitárias tomamos conhecimento de problemas da atualidade, aprendemos maneiras
de reagir a adversidades, conhecemos movimentos sociais ou políticos, nos informamos sobre formas de combate à
dengue, multiplicamos ideias, adotamos ideologias (quem não se lembra da farra ufanista do governo Médici, propagandeada até por meio da música?).
Percebe-se, enfim, qu as propagandas, para o bem ou para o mal, têm porder, sim, de padronizar comportamentos. Cabe a cada idndivíduo ter senso crítico sobre o que deve ou não “comprar”. Fechar os ouvidos às informações que são anunciadas e servidas depende de cada um. De qualquer forma… durma-se com um barulho desses!
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Piano é a abreviatura de pianoforte. Atribui-se sua invenção a Bartolomeo Cristofori, de Florença. Sabe-se que inventou um cravo que toca suavemente (piano) e fortemente por volta de 1698. Um piano precisa ser afinado uma vez por ano. Quando o uso é diário, deve ser afinado a cada seis meses ou menos. Não é possível num instrumento com teclado obter quintas, terças e oitavas todas “justas”. Exceto as oitavas, nenhum outro intervalo soa “puro” acusticamente, embora a impureza seja suficientemente fraca para ser tolerável pelo ouvido. Também é definido modernamente como instrumento de percussão porque o som é produzido quando os batentes, cobertos por um material macio e designados martelos, e sendo ativados através de um teclado, tocam nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou metal. As cordas vibram e produzem o som. Como instrumento de cordas percutidas por mecanismo ativado por um teclado, o piano é semelhante ao clavicórdio e ao cravo. Os três instrumentos diferem no entanto no mecanismo de produção de som. Num cravo as cordas são beliscadas. Num clavicórdio as cordas são batidas por martelos que permanecem em contacto com a corda. No piano o martelo ressalta de imediato após tocar nas cordas e deixa a corda vibrar livremente. É amplamente utilizado na música ocidental, no jazz, para a performance solo e para acompanhamento. É também muito popular como um auxílio para compor. Embora não seja portátil e tenha um preço caro, o piano é um instrumento versátil, uma das características que o tornou um dos instrumentos musicais mais conhecidos pelo mundo. Há dois tipos básicos de piano: o grande (ou de cauda) e o vertical. O grande é próprio para grandes auditórios, santuário, salão de festas, etc. O vertical , que é o mais conhecido, é ideal para auditórios menores.
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